Hospital da Cidade do Sol recebe primeiros pacientes

Unidade funciona no local do antigo hospital de campanha de Ceilândia e, neste primeiro momento, é 100% voltada para o tratamento de covid-19

AGÊNCIA BRASÍLIA* I EDIÇÃO: DÉBORA CRONEMBERGER

Assim que essa quarta-feira (26) amanheceu, começou a transferência de pacientes para o Hospital da Cidade do Sol, localizado na Região Administrativa do Pôr do Sol. A unidade funciona temporariamente para atender a demanda ocasionada pelo aumento de casos de covid-19 no Distrito Federal. “Estamos fazendo um esforço muito grande para abrir novos leitos”, ressaltou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache.

Leitos do Hospital da Cidade do Sol estão disponíveis para casos de covid-19 | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

Os 20 leitos de enfermaria do Hospital Cidade do Sol estão à disposição do Complexo Regulador. São cinco leitos em Panorama 1, ou seja, regulados para pacientes da Região de Saúde Oeste, e 15 em Panorama 3, sob responsabilidade da Central de Regulação de Internação Hospitalar (Cerih), podendo ser ocupados por pacientes de todo o DF.

“Estamos fazendo um esforço muito grande para abrir novos leitos”, disse o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache

O representante da pasta também lembra que há leitos exclusivos para o tratamento da doença nos hospitais regionais de Samambaia, que hoje está voltado apenas a pacientes com covid, de Sobradinho e da Asa Norte. Além desses, há vagas para covid-19 nos hospitais Regional de Taguatinga (HRT), de Base e Regional de Santa Maria (HRSM), ambos sob gestão do Iges-DF, e no Materno-infantil de Brasília (Hmib).

O perfil dos pacientes transferidos para o Hospital Cidade do Sol é, majoritariamente, de idosos com quadro de covid-19 sem muitas complicações, mas com comorbidades preexistentes, principalmente doenças do coração, dos pulmões e dos rins, que acabam demandando mais cuidados.

 

A unidade funciona no local onde, de janeiro a julho de 2021, esteve aberto o Hospital de Campanha de Ceilândia. O secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick destaca que o hospital será um legado para a Região de Saúde Oeste. “É uma estrutura inteira da Secretaria de Saúde que, quando a situação normalizar, vai ficar à disposição da população de Ceilândia”, enfatizou.

*Com informações da Secretaria de Saúde